No Dia dos Namorados, solteiros dizem como é estar temporariamente sem carametade

Confira testemunhos que mostram como curtir o melhor da solteirice

Juliana diz estar acostumada a passar o Dia dos Namorados com as amigas solteiras
Juliana diz estar acostumada a passar o Dia dos Namorados com as amigas solteiras Foto: Lauro Alves

Dia dos Namorados lembra união, romance e bons momentos passados ao lado da carametade. Mas o que fazer quando se está temporariamente sem carametade?

ZH ouviu quatro solteiros que contam como está sendo a vida sem parceiros oficiais, e dizem como aproveitam o melhor da solteirice.

À espera de convite

Solteira há “um ano e pouco”, Juliana Macedo, 26 anos e dona da marca de roupas Rouge Concept, aos poucos vai deixando a farra dos fins de semana de lado. Terminado o último namoro, ela diversificou os tipos de festa para evitar encontros com ex-namorados.

Já confortável em passar uma noite de sexta em companhia de um filme, ela começa a procurar alguém para “relaxar e dividir as conquistas e os problemas”:

? Acho importante eu me sentir bem sozinha, mas não quer dizer que eu queira ficar assim para sempre. Problema é que a gente sabe cada vez melhor o que não quer, né? Vai aumentando a exigência, e diminuindo a paciência.

Como o mais longo dos três namoros durou dois anos, Juliana já está acostumada a passar o Dia dos Namorados com as amigas solteiras.

? Geralmente, rola um jantar. Mas a gente logo deixa avisado: se rolar algum convite, desmarcamos de última hora.

Um “não-sem-vergonha”

Dois longos relacionamentos depois (o último deles de seis anos), o psicólogo Renato Guaragni, 28 anos, voltou em abril ao time dos solteiros. Apesar do “filmezinho” que passa na cabeça antes do dia 12, ele procura curtir a novidade:

? Tenho achado a liberdade bem interessante. Vou a pubs. Jogo minha bola. Vou ao Estádio Olímpico quando quiser…

Renato viu-se em uma encruzilhada típica da faixa etária.

? Não estou mais na idade de ficar brincando. Mas eu e ela não estávamos na mesma batida. Terminamos numa boa para não haver briga.

E o que mudou na noite, então, passados seis anos?

? Eu me assustei. Hoje em dia, as mulheres não estão nem aí, chegam mesmo. Acho que elas estão agindo como os homens. E fica cada vez mais difícil tu provares, nessas situações, que tu não és um sem-vergonha qualquer.

Derrubou, é pênalti

Atenção, torcedoras. Eduardo Mendonça, o colorado do seriado da RBS TV Gre-Nal é Gre-Nal, está livre na área à espera do pênalti. O último namoro “oficial” do ator de 27 anos terminou há cerca de um ano.

? Depois, existem umas coisas extraoficiais, daquelas que a gente não põe no Facebook.

Fato é que Edu está saindo com grande frequência. O fim de semana começa na terça-feira. Hoje, o ator tem sentimentos conflitantes entre ficar com alguém ou aproveitar um pouco mais:

? Ontem (domingo), por exemplo, fui a uma superfesta. Hoje, então, o que eu queria era ficar sossegado com alguém. O outro lado da moeda é que, com alguém, talvez não fosse na festa.

De seus fins de semana de seis dias, Edu chama a atenção para a “segurança” da geração seguinte de mulheres, as de 20, 21 anos:

? Não sei como será quando elas tiverem pelos 30. Ou vão pisar ainda mais na gente ou vão ser um bando de tias.

Cinco anos numa boa

De solteirice, Luísa Helena Faria entende até demais. Lá se vão cinco anos do último relacionamento.

? É, já está meio com o prazo de validade vencendo ? brinca a jornalista empresarial de 27 anos.

Mas o pique da noite vai se mantendo em um bom ritmo. Sai pelo menos uma vez por semana, e não se importa em ficar sozinha de vez em quando. A verdade é que Luísa tinha um débito a compensar. Terminou o Ensino Médio já namorando e o relacionamento entrou faculdade adentro. Depois, fez questão de terminar para conhecer novas pessoas.

Em cinco anos, ela prefere não apontar uma mudança no comportamento masculino, mas no dela mesma e das amigas.

? Acho que a gente vai ficando mais receptiva. Dando oportunidades que não daríamos há um tempo atrás. Sobre os homens, acho que a maioria não quer nada com nada, pelo menos na noite. Então, vamos apostando nos amigos das amigas, sem ficar desesperada ? brinca.

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