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Amy Winehouse aderiu ao implante de silicone em busca da sensualidade perdida após anos de abuso de drogas, segundo o jornal The Sun
Amy Winehouse aderiu ao implante de silicone em busca da sensualidade perdida após anos de abuso de drogas, segundo o jornal The Sun Foto: R Lawrence, reprodução

Quem ainda não teve coragem de aderir às próteses de silicone, como fez recentemente a cantora Amy Winehouse, pode estar em vantagem. A cada dia, surgem novas opções mais seguras e naturais.

Há no mercado diversos formatos de próteses, que são selecionadas pelo médico conforme o resultado desejado e também pelo tipo físico da paciente. Quanto ao formato, há a redonda e as próteses em formato de gota, que resultam em uma aparência mais natural.

Quanto à superfície, existem lisas, texturizadas e as próteses de poliuretano.

– Além de ter o toque mais suave, ela garante maior segurança quanto a rompimentos, o que aumenta a durabilidade – explica o cirurgião plástico Leandro Fuchs.

A maior dificuldade dos médicos está em entrar em acordo com a paciente sobre o volume. Algumas se empolgam demais e não levam em conta o tipo físico. É o caso da ex-BBB Josy Oliveira, que trocou próteses de 350 ml por outras de 280 ml depois de ver que havia exagerado na dose.

Se há alguma receita para diminuir os riscos de arrependimento?

– Sempre converse com o médico sobre suas expectativas, mas também saiba ouvir o que ele diz – alerta Fuchs.

Para cada caso, um tipo diferente

Conheça os fatores levados em conta pelos cirurgiões ao escolher o tipo de prótese

:: O resultado desejado: natural, mais projetada para a frente, ou mais saliente na parte superior do sutiã.
:: A altura e a largura do tórax: importantes para definir o volume a ser colocado.
:: A elasticidade da pele: para evitar o risco de estrias.
:: O formato do seio pré-existente.

Por onde entra

:: A via de acesso da prótese pode ser o sulco inframamário (por baixo do seio), a aréola ou a axila. A escolha depende do tipo de cicatrização da paciente, do tamanho da aréola e da técnica com a qual o cirurgião está habituado.

Onde se coloca

Sub glandular: entre a glândula mamária e a frente do músculo.
Sub facial: atrás da face muscular. É um procedimento menos invasivo
Sub muscular: atrás do músculo É mais invasivo, mexe no músculo. Indicado para pacientes com pouca glândula mamária, pois o músculo ajuda a preencher espaços acima da prótese.

Prótese salina

Em reality shows de cirurgia plástica dos Estados Unidos, é comum o cirurgião optar pela prótese salina. Ela assemelha-se a um balão, que é colocado vazio dentro da mama e depois é preenchido com soro, através de um pequeno cano até atingir o tamanho ideal. Também pode ser inserida através do umbigo, mas a lesão é maior. Além de correr o risco de furar, a prótese salina não deixa a mama com aspecto natural. Por isso quase não é usada no Brasil.

– É mais o padrão de beleza americano, com volumes maiores. O padrão nacional é mais natural – explica o cirurgião plástico Leandro Fuchs.

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