O casamento de Patrícia Bündchen visto do lado de fora da festa

Casamento da irmã de Gisele Bündchen em Barra do Ribeiro, a 40 quilômetros da Capital, atraiu até imprensa estrangeira

Antonio Banderas se disse emcionado em participar do evento em sua cidade natal
Antonio Banderas se disse emcionado em participar do evento em sua cidade natal Foto: Daniel Pérez/EFE

Ter uma irmã celebridade internacional é sinônimo de flashes em qualquer evento social, por mais que se tente fazer uma festa íntima. No casamento da empresária Patrícia Bündchen, sábado em Barra do Ribeiro, as atenções estavam voltadas para a aguardada presença de Gisele Bündchen, madrinha da união, e para a primeira aparição pública no Brasil do filho da modelo gaúcha, Benjamin, de três meses.

Cercada de mistério e organizada com discrição, a cerimônia de casamento entre o santa-mariense Rodrigo Pereira e Patrícia, irmã gêmea de Gisele, agitou a tarde e a noite de sábado na pacata Barra do Ribeiro, a 40 quilômetros da Capital. Desde o meio-dia, seguranças particulares e viaturas da Brigada Militar aguardavam a chegada da top na Vinícola Laurentia junto a duas dezenas de jornalistas de vários cantos do país. Somados, imprensa e segurança quase empatavam com o número total de convidados (cerca de 70 amigos íntimos e familiares próximos).

Marcado para as 17h, o casamento só era acessível de carro por uma estrada lateral não asfaltada. Carros com placa de Horizontina e Santa Maria eram comuns no portão principal de entrada. A cada parada de um veículo para checagem de nome na lista, flashes pipocavam na esperança do registro da família Bündchen/Brady. E foi assim que a imprensa registrou a chegada de Gisele e do marido, o jogador de futebol americano Tom Brady, no banco traseiro de um Honda preto, às 17h10min. Carregavam uma sacola em preto-e-branco com os itens do bebê Benjamin, que havia entrado antes na vinícola acomodado em um carrinho de bebê ao lado de outra integrante da família.

Após a cerimônia em local aberto (leia detalhes na coluna RS VIP desta segunda-feira), os convidados seguiram para um salão fechado. Apesar da capacidade de até 400 pessoas em dois andares, somente o térreo foi ocupado. Biombos garantiam a privacidade dos convidados, ainda que por frestas fosse possível acompanhar a movimentação e ouvir as músicas da boda. Gisele estava de cabelo solto e vestido na altura do joelho. Sentada em uma mesa no canto extremo à esquerda, a modelo passou quase todos os momentos acompanhada de Brady, que chegou ao Brasil vindo de Boston na sexta-feira. Brady era fácil de reconhecer pela altura – 1m93cm.

Profissionais de mídia, entre repórteres, cinegrafistas e fotógrafos, aguardavam próximos aos portões e muros por informações ou algum clique da família. Agrupados com lentes de alto alcance e com os pés já embarrados graças à chuva fraca que caiu no fim da tarde, correspondentes de revistas e enviados especiais de agências de notícias, freelancers para grupos americanos de fotografias e até um fotógrafo francês buscavam um clique exclusivo.

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