Onde tratar bebês com problemas auditivos no Rio Grande do Sul

Rede pública tem oito centros de referência

O mais importante para reduzir medidas a longo prazo e manter a saúde em dia é mudar hábitos alimentares e reeducar-se à mesa
O mais importante para reduzir medidas a longo prazo e manter a saúde em dia é mudar hábitos alimentares e reeducar-se à mesa Foto: Stock Photos, Divulgação

A rede pública do Estado conta com oito centros de referência em saúde auditiva. São para essas unidades vinculadas ao SUS que bebês com problemas detectados no teste da orelhinha devem ser encaminhados para tratamento.

Na segunda-feira, o presidente Lula sancionou lei que obriga maternidades e hospitais públicos do país a realizarem de forma gratuita o exame nos bebês nascidos em suas dependências. No Estado, 38 municípios têm unidades de saúde públicas habilitadas a realizar o exame de Emissões Otoacústicas Evocadas, que identifica precocemente problemas auditivos.

— Estamos investindo fortemente na prevenção e atendimentos a surdez e outras deficiências — afirma a diretora do Departamento de Assistência Hospitalar e Ambulatorial da Secretaria Estadual de Saúde (SES), Aglaé Regina da Silva.

Segundo a SES, as 38 cidades foram escolhidas por terem maior número de nascidos vivos e por contarem com UTI neonatal. A cada cem crianças que necessitam ficar em UTI, de duas a quatro apresentam problemas auditivos.

Os centros de referência

MÉDIA COMPLEXIDADE
– Bagé: Centro Municipal Mathilde Fayad
– Ijuí: Centro Auditivo PróAudi
– Lajeado: Fundação para Reabilitação das Deformidades Crânio-Faciais (Fundef)
– Passo Fundo: Centro Auditivo Passo Fundo
– Santa Maria: Hospital Universitário Santa Maria

ALTA COMPLEXIDADE
– Porto Alegre: Hospital Nossa Senhora da Conceição e Hospital de Clínicas
– Canoas: Hospital Universitário Ulbra

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