Pais temem mais o risco de bullying e do ciberbullying do que o sequestro

Tecnologia é aponta como culpada por as crianças serem "malévolas"

Cerca de 80 milhões de mulheres usam a pílula no mundo todo
Cerca de 80 milhões de mulheres usam a pílula no mundo todo Foto: Carlinhos Rodrigues

Quem os pais temem mais, um desconhecido que aborde o seu filho na rua, um amigo virtual que, supostamente, teria a mesma idade do filho ou um colega de classe que o persiga?

Segundo uma pesquisa encomendada pela empresa americana Care.com, Inc., feita nos Estados Unidos, o bullying e ciberbullying são mais temidos do que o sequestro como o maior medo que os pais têm em relação com a segurança das crianças.

Aproximadamente um em três, ou seja 30% dos entrevistados, todos pais de crianças com 12 a 17 anos de idade temem o bullying e o ciberbullying mais do que sequestro, terrorismo interno, acidentes de carro, suicídio ou qualquer outro incidente.

Já quando o relatório foi respondido por pais que tem filhos menores de 12 anos, mais de um em quatro, ou seja, 27% dos entrevistados, diz que tem mais medo de bullying e ciberbullying. O sequestro, para eles, é ligeramente mais preocupante, já que 30% dos entrevistados acreditam que essa seja uma ameaça mais real.

Além disso, os entrevistado foram questionados a respeito de quem eles acreditam que seja culpado pelo comportamento de crianças que submetem colegas e amigos ao bullying e ao ciberbullying. Surpreendentemente, para a maioria dos entrevistados, as crianças “malévolas” são estimuladas pelo acesso à tecnologia, o que lhes daria um sensação de superioridade sobre as demais pessoas.

Quando indagados se tomam atitudes para prevenir que seus filhos sejam vítimas de tais ataques, três em cada quatro pais afirnmaram que estão tomando medidas para impedir o bullying ou o ciberbullying entre seus filhos.

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