Paola Oliveira diz que não posará nua: “Tudo o que eu tinha que tirar de roupa foi no Carnaval”

A atriz paulistana está com diversos trabalhos na televisão e no cinema

Paola fez todo o roteiro destinado a uma celebridade, em Blumenau
Paola fez todo o roteiro destinado a uma celebridade, em Blumenau Foto: Patrick Rodrigues

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Paola Oliveira está com tudo. A atriz vai estrear no cinema infantil, está na minissérie As Cariocas e será a protagonista de Insensato Coração, no lugar de Ana Paula Arósio. Paola, uma das queridinhas da nova geração global, esteve no camarote da Brahma durante a Oktoberfest, em Blumenau.

Ela fez todo o roteiro destinado a uma celebridade, posando sempre sorridente ao lado de fãs. Antes da maratona, com as unhas pintadas de vermelho, descascadas, a paulistana falou ao DC sobre o sucesso da curta carreira na TV e os projetos que desenvolve em outras áreas.

Diário Catarinense – Que avaliação você faz deste momento profissional? (ela está nas séries “As Cariocas”, que estreia amanhã, e no mês que vem em “Afinal, o Que Querem as Mulheres?”)
Paola –
Olha, eu estou no Rio (de Janeiro) há cinco anos. Neste período, não teve momento ruim. Este, sem dúvida, é muito especial. Eu consegui migrar de uma coisa que já tinha dado certo para uma coisa que eu queria muito fazer, que são as minisséries. Esse lado do trabalho é, digamos, mais maduro. Posso mostrar um outro lado.

DC – E cinema?
Paola –
Eu vou estrear em um infantil. Amadurecendo na tevê e estreando no cinema infantil, que aos olhos das pessoas é uma coisa singela, tão mais simples, mas é muito especial. É um filme baseado na obra do Ziraldo, fala sobre educação e chama-se Uma Professora Muito Muito Maluquinha (longa-metragem que será dirigido pelos cineastas André Pinto e César Rodrigues).

DC – Que informação você tem sobre a Oktoberfest, de Blumenau?
Paola –
Poxa, eu não imaginava como era a festa. Foi muito curioso chegar aqui e ver que são três imensos pavilhões. Eu sei que a Oktoberfest é grande, mas eu imaginava algo mais tradicional, com as barraquinhas e tudo mais. É uma festa com muitos jovens, toda tecnológica. É a segunda vez que venho para cá (a primeira foi em 2007 para um desfile do Texfashion).

DC – Você está no Twitter ou em qualquer outra rede social?
Paola –
Olha, eu acho tão importante quanto perigosas as redes sociais. Mas pra mim é um pouco difícil porque eu nem vou ter tempo para expressar tudo o que eu gostaria. Mas eu amo a internet.

DC – E a Playboy sai quando?
Paola –
Não sai (risos). Já falei que tudo o que eu tinha que tirar de roupa foi no Carnaval. Já está bom. Era um sonho, e lá tem uma alegria que até dá uma suavizada na sensualidade.

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