Peles sintéticas: glamourosas e livres de polêmica

Aposta deste inverno, pele fake veste da cabeça aos pés

Casaco de pele fantasia Renner (foto)
Casaco de pele fantasia Renner (foto) Foto: Eduardo Carneiro

As peles voltaram aos guarda-roupas, mas já não são mais as mesmas. Associadas ao luxo e ao status das peças da alta costura em outras décadas, as peles, hoje, são mais populares, mais baratas e, principalmente, falsas.

Ensaio Donna: Peles fake estão na moda

A transformação do uso das peles na moda ocorreu com mais força na última década, quando organizações em prol dos direitos dos animais resolveram protestar contra o uso de peles de animais exóticos em itens de grifes famosas. A polêmica mais recente envolveu a marca Arezzo, em abril deste ano, e o lançamento de uma coleção que usava pele de raposa e coelho na confecção das peças. Após um dia inteiro de manifestações contrárias à marca nas redes sociais, a Arezzo retirou as peças confeccionadas em pele animal de todas as suas lojas, para encerrar a polêmica.

Preocupadas com as questões ecológicas, importantes marcas como Chanel e Armani resolveram explorar as possibilidades das peles sintéticas em suas coleções. A partir daí, elas viraram febre nos red carpets, em peças dos mais variados tipos. Em 2010, o estilista Karl Lagerfeld, da Chanel, apresentou na semana de moda parisiense sua primeira coleção com peças em faux-fur – ou pele falsa -, que para ele, são o novo chique.

– É tão bom isso, os avanços técnicos são tão perfeitos que é difícil diferenciar a pele falsa da verdadeira – disse o estilista, na época, em entrevista ao jornal Telegraph.

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