Pequenos, porém, caros: biquínis podem custar centenas de reais

A famosa roupa de banho feminina exige muito investimento

Foto: Reprodução

Muito dinheiro para pouco pano. Um biquíni pode custar até R$ 800 em lojas especializadas de shoppings catarinenses. E acredite, tem lista de espera. A fábrica manda para cada ponto de venda não mais que três peças de cada tamanho. Como 60 mulheres estão no cadastro aguardando tem gente que fica sem a roupa de banho.

A gerente da Valisere do Beira-Mar Shopping, Ivi Marques, conta que esses biquínis nem chegam às vitrinas. Assim que a fábrica entrega, as clientes do topo da lista são chamadas e têm dois dias para comparecer na loja. Os modelos de bunners e outdoors são os mais procurados.

Estilista e dona de uma fábrica de biquínis, Lilia Trizotto sabe bem porque essa vestimenta feminina é cara. Ela afirma que, embora pequenas, as peças exigem bastante mão de obra e longo tempo de produção. Explica que para connfeccionar um biquíni é preciso colocar elástico, costurar, inserir bojo e forro. Nesse processo, até cinco máquinas são empregadas.

O tecido tem que ser impermeável e de alta tecnologia, pois vai enfrentar o cloro da piscina e o sal do mar, inimigos da durabilidade e das cores. O desing das peças também requer investimento em pesquisa e profissionais especializados.

Como ele cobre uma parte específica e delicada, deve ser confortável e vestir bem. A estilista lembra que o preço da roupa de banho é justificado também pelo ,marca, que agrega valor ao produto, e pelo investimento em marketing.

Tudo o que foi escrito pode ser muito pertinente às mulheres. Mas, para os homens, faz pouca diferença. Eles estão interessados mesmo no que o biquíni esconde.

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