Perigo: gente tóxica!

Como reconhecer e evitar a convivência com essas figuras

Foto: sxc.hu

Cuidado, pessoas podem ser agentes nocivos à saúde. Há personalidades destrutivas por toda parte, que atingem não só a si próprias, mas quem estiver por perto. Inseguros, mal-humorados, medíocres, grosseiros, arrogantes, mentirosos, entre várias outras características perigosas, estão à solta e prometem acabar com a tranquilidade e saúde de qualquer um que não estiver atento. Muitos, como os falsos e os psicopatas, farão de tudo para disfarçar suas más intenções. Outros, como os que se queixam em demasia e se sentem eternamente vítimas, tendem a acabar com o dia dos demais e nem percebem o quanto afetam a vida alheia.

O importante, então, é prestar atenção aos indícios para descobrir quem nos faz mal e se preparar para enfrentá-los ou afastá-los, quando necessário.

– Uma pessoa só agride se a outra aceitar. À medida que você coloca limites, o agressor começa a mudar – destaca a psicóloga Sílvia Cristina Guirado.

Igualmente importante é perceber alguns sintomas dessa toxicidade em si mesmo. Essa tarefa é ainda mais difícil e exige um bom nível de autoconhecimento e força de vontade para mudar de rumo.

Para enumerar os tipos de pessoas nocivas que conheceu ao longo da vida, o psicólogo argentino Bernardo Stemateas, também sexólogo e teólogo, escreveu o livro Gente Tóxica: Como Lidar com Pessoas Difíceis. Ele descreve 13 personalidades problemáticas e as técnicas para se esquivar delas. Para a psicóloga Sílvia Cristina Guirado, que leu o livro a pedido da reportagem, todos os tipos têm em comum a falta de limites.

– São pessoas que crescem achando que todos no mundo devem satisfazer seus desejos, têm baixa tolerância à frustração e não compreendem que seus direitos acabam quando começam os do outro – explica.

Personalidades difíceis

Dos 13 perfis de problemáticos citados no livro Gente Tóxica, cinco são apontados por especialistas como os mais comuns. É possível encontrar pessoas à sua volta com essas características, talvez de mais de um tipo. E é ainda provável se reconhecer como uma delas. Confira a lista descritiva e dicas de como lidar com eles – ou consigo mesmo:

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