Pesquisa revela hábitos de consumo e saúde da mulher brasileira

Menos da metade das entrevistadas revelou usar camisinha em novos relacionamentos

69% das entrevistadas fizeram compras nos últimos dias
69% das entrevistadas fizeram compras nos últimos dias Foto: Stock Photos

Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, o Ibope Mídia mostra os hábitos e comportamentos das brasileiras em relação a compras e saúde.

O levantamento é baseado nas informações da ferramenta Target Group Index e mostra que 80% das mulheres do país acreditam que é importante manter a forma física e que 79% pagariam qualquer preço para manter a saúde. Apesar disso, 65% admitem que, de vez em quando, quebram a dieta pelo prazer de comer alimentos que não fazem bem à saúde.

Um dado preocupante é que apenas 49% admitem usar preservativos em novos relacionamentos. Além disso, 59% das brasileiras dizem que vão ao médico apenas quando se sentem realmente doentes. Esse número, entretanto, ainda é menor do que entre os homens (64%) e a média da população (62%).

Consumo

Em relação aos hábitos de consumo, 69% das brasileiras fizeram compras nos últimos 30 dias. Pelo menos 84% delas preferiram lojas de rua aos shoppings (60%).

Entre as mulheres que foram às compras nos últimos 30 dias, 79% compraram roupas femininas, 61% calçados, 44% roupas para homens e 40% roupas para crianças e bebês. O gasto médio das compras foi de R$ 190,83.

Cerca de 18% das mulheres fizeram compras pela internet.  Foi um aumento expressivo se comparado ao resultado da pesquisa feita em 2010, quando apenas 10% delas afirmaram ter feito compras pela internet. Esse índice, entre os homens, que tradicionalmente fazem mais compras eletrônicas, foi de 24%.

Ao explicar seus hábitos de consumo, as mulheres destacam que sempre procuram ofertas e descontos (82%), que vale a pena pagar mais por produtos de higiene pessoal de boa qualidade (80%), que são fieis à marca quando gostam do produto (70%), que planejam a compra de produtos caros (68%) e que costumam experimentar novas marcas (50%).

O estudo foi realizado nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza, Brasília e nos interiores de São Paulo e das regiões Sul e Sudeste com pessoas de ambos os sexos das classes AB, C e DE com idades entre 12 e 64 anos. Para este levantamento específico, foram consideradas as respostas de mulheres e homens com 18 anos ou mais, obtidas entre agosto de 2009 e julho de 2010.

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