Pessoas preocupadas com performance sexual são mais propensas a trair, diz pesquisa

Capacidade de excitar-se ou de ter orgasmos estão entre as maiores preocupações femininas

Foto: Jefferson Botega

Se o seu parceiro anda preocupado com a performance na cama, cuidado: ele tem mais chances de trair. É o que mostra uma pesquisa realizada na Universidade de Indiana, nos Estados Unidos. De acordo com o estudo, as mulheres se comportam da mesma forma. A ansiedade sexual e a falta de preocupação com a gravidez e doenças sexualmente transmissíveis são os principais ingredientes da infidelidade, mostra reportagem publicada no “Daily Mail”.

Mulheres que se preocupam com a capacidade de ficar excitadas ou de ter orgasmos são 8% mais propensas a trair. Já entre os homens há 6% mais chances de ser infiel. As preocupações mais comuns para o sexo masculino são impotência e ejaculação precoce.

– Pessoas que marcam uma pontuação alta na ansiedade sexual podem se sentir menos pressionadas quando estão comprometidas com uma pessoa que não conhece sua história sexual – avalia a coordenadora do estudo, Kristen Mark.

Os pesquisadores analisaram 506 homens monogâmicos e 416 mulheres monogâmicas com uma média de idade de 31 anos. Metade deles era casado.

Cada um dos entrevistados foi questionado sobre seus comportamentos sexuais, a qualidade de seus relacionamentos e se eles haviam traído na relação em que estavam. Kristen e sua equipe descobriram que 23% dos homens e 19% das mulheres tinham tido uma relação sexual com outra pessoa que poderia por em perigo seus relacionamentos, caso seus parceiros descobrissem.

Os homens que admitiram ficar excitados facilmente são pelo menos 4% mais propensos a trair. Excitação sexual, no entanto, não tem qualquer influência sobre a probabilidade de as mulheres serem infiéis. Estar infeliz numa relação faz as chances de uma mulher trair serem de 2,6% a 2,9%.

Na opinião dos pesquisadores, pessoas preocupadas se seus parceiros podem trair devem parar de focar suas atenções no tipo de trabalho que ele ou ela faz e a frequência com que ficam fora de casa. E passar a observar como o outro se comporta na cama. Kristen argumenta que a personalidade sexual de uma pessoa é mais importante que fatores demográficos ou outras questões do relacionamento.

O estudo, que foi publicado na revista “Archives of Sexual Behavior”, também descobriu que quem trai tem metade das chances de ser religioso e é mais propenso a estar empregado.

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