Pilates: corpo e mente unidos no combate à depressão

Atividade valoriza a autoestima, aumenta a flexibilidade corporal, além de melhorar a qualidade do sono e do apetite

Pilates gasta energia e tonifica os músculos
Pilates gasta energia e tonifica os músculos Foto: Divulgação

A depressão pode causar tristeza, falta de vitalidade e desânimo e, muitas vezes, além do tratamento com medicamentos e terapia, a prática de exercícios físicos também é indicada no combate à doença. Neste sentido, o pilates pode ser bastante eficaz, pois, além de liberar endorfina, é uma atividade voltada para as necessidades de cada um.

— De modo geral, para pessoas com esse transtorno, o pilates costuma ser muito eficiente e animador, pois o método conecta o corpo com a mente, já que dois dos seus princípios básicos são a concentração e a respiração — explica o instrutor do Maha Studio do Corpo, Antônio Fretz.

Na fase inicial, a atividade é de baixa dificuldade com o intuito de que o aluno adquira consciência do pilates. Depois de algumas semanas, o desafio fica maior.

— O treinamento valoriza a autoestima e melhora o tônus muscular e a flexibilidade corporal. No decorrer das aulas, o aluno percebe que está fazendo as atividades diárias de forma mais leve e fácil, com maior disposição. Há ainda melhora da qualidade do sono e apetite e eliminação de dores, como as causadas pela má postura — destaca Antônio.

O ideal é que o pilates seja praticado de duas a três vezes por semana e os resultados são mais rápidos quando há regularidade e acompanhamento médico adequado.

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