Praticar ioga pode melhorar a vida sexual, afirmam médicos de Harvard

Exercício promove benefícios especialmente para as mulheres

Mulheres acima de 45 anos são as que mais notam mudanças, diz estudo
Mulheres acima de 45 anos são as que mais notam mudanças, diz estudo Foto: Guto Kuerten

Além dos benefícios conhecidos, como relaxamento, controle da pressão e mais flexibilidade, a ioga pode trazer um ganho inesperado, mas muito bem-vindo. Aulas regulares ajudam a melhorar a vida sexual, afirmam médicos da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. O benefício é maior nas mulheres, que costumam notar um aumento na libido e um número maior de orgasmos durante a relação.

O estudo, publicado no Journal of Sexual Medicine, foi feito com 40 mulheres, com idades entre 22 e 55 anos, matriculadas em um intensivo de ioga na Índia. A maioria era casada e todas eram sexualmente ativas. As participantes tiveram que seguir uma rotina de 22 posturas, ou asanas, indicadas para melhorar distúrbios da região abdominal. No início e no fim do programa, elas tiveram que responder a um questionário sobre a qualidade da vida sexual. A pesquisa durou 12 semanas, e as alunas fizeram uma hora de ioga diariamente, seguida de exercícios de respiração e de relaxamento.

No fim do programa, os pesquisadores perceberam que a maioria das mulheres tinha tido uma melhora significativa na qualidade do sexo. Foram avaliados seis fatores: desejo, excitação, lubrificação, orgasmo, dor e satisfação. Cerca de 75% das mulheres repararam mudanças positivas na vida sexual. A melhora foi percebida principalmente nas mulheres com mais de 45. Apesar do estudo ser pequeno, os médicos acreditam que as posturas, combinadas a um programa de diminuição do estresse, favorecem as relações porque relaxam, aumentam a autoestima e ajudam a regular hormônios.

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