Psicologia Positiva trabalha na busca da felicidade para superar problemas

Para a ciência, a felicidade é um estado de bem-estar subjetivo que pode ser encontrado através do reconhecimento das forças pessoais

Dores atingem especialmente as crianças e jovens com idades entre os 3 e 15 anos
Dores atingem especialmente as crianças e jovens com idades entre os 3 e 15 anos Foto: SXC

Certamente, pelo menos alguma vez na vida, todos perguntamos a nós mesmos se somos felizes. Quase que ao mesmo tempo surge a outra questão: mas, o que é felicidade? É claro que muito já se falou sobre o assunto, porém, exatamente por estar sempre presente, nunca é demais refletir. De acordo com a psicóloga Lilian Graziano, cientificamente, a felicidade é definida como um estado de bem-estar subjetivo.

? Para a Psicologia Positiva, ela é o resultado de uma avaliação que a pessoa faz da sua vida, que inclui maior parte de experiências agradáveis e satisfatórias e um menor número de emoções negativas ? explica.

Já quando as negatividades estão em maior número, ou seja, quando a balança pende para a infelicidade, é preciso desenvolver as emoções boas. Segundo Lilian, esta escola da psicologia busca trabalhar neste sentido, primeiramente focando na autoestima.

? Ela é fundamental para que a pessoa se sinta feliz. É preciso que ela enxergue as suas forças pessoais, então, trabalha-se com o intuito de que ela busque conhecer a si mesma e encontrar razões para se amar ? diz a psicóloga.

No entanto, a Psicologia Positiva, apesar de buscar as potencialidades humanas que levam à felicidade, não ignora que existam os momentos ruins.

? Não é uma visão de “Poliana”, que se aliena diante dos problemas. O objetivo de desenvolver e reconhecer as forças pessoais e que por meio delas pode-se encontrar os recursos para superar as dificuldades ? finaliza. 

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