Saiba como identificar uma doença sexualmente transmissível

Estudo revelou que 10,3 milhões de brasileiros já tiveram algum sinal ou sintoma

Mafalda, a menina que odiava sopa e se preocupava com o futuro da humanidade, vai virar monumento
Mafalda, a menina que odiava sopa e se preocupava com o futuro da humanidade, vai virar monumento Foto: Reprodução

As doenças sexualmente transmissíveis (DST) atingem 3,7 milhões de brasileiras, segundo pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde. Sem tratamento, elas aumentam em até 18 vezes o risco de contrair o HIV. Também podem causar infertilidade e alguns tipos de câncer. Como nem todas as doenças provocam sintomas, o ideal é não esquecer da visita periódica ao ginecologista e procurar um médico no primeiro sinal de que há algo errado.

>> Conheça as principais DSTs e seus sintomas

Quem teve mais de dez parceiros ao longo da vida tem um risco 65% maior de contrair uma DST, indica o levantamento do Ministério. A partir de hoje, quem quiser saber mais sobre este tipo de doença pode acessar o site www.aids.gov.br/muitoprazer , que traz informações sobre sintomas, tratamentos e como evitar o contágio. O site traz também um serviço inusitado: portadores de DST que quiserem avisar o parceiro sem se identificar podem enviar cartões virtuais feitos especialmente para isto.

– Em geral, as pessoas têm muita dificuldade de contar que estão infectadas. As novas tecnologias de comunicação ajudam a enfrentar essas doenças de forma direta e com o mínimo possível de exposição – acredita Mariângela Simão, diretora do Departamento de DST e Aids do Ministério da Saúde.

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