Tammy di Calafiori, a Lorena de Passione, diz que ficou à vontade nua em filme

Atriz está em "A Suprema Felicidade", que estreia em breve nos cinemas

No filme, Tammy chama-se Marilyn, uma stripper agenciada pela mãe
No filme, Tammy chama-se Marilyn, uma stripper agenciada pela mãe Foto: Extra, divulgação

Na novela das oito, ela vive uma patricinha cheia da grana, sempre elegante e bem vestida. No cinema, vai aparecer como uma stripper da periferia agenciada pela própria mãe, que usa o fato de a filha ser virgem para encher os bolsos. Tammy di Calafiori, a Lorena de Passione, surge nua e sem pudores como Marilyn no drama A Suprema Felicidade, que estreia em breve nos cinemas.

? Fazer o filme foi um processo muito enriquecedor. Descobri um universo ao qual nunca tive acesso. Fui a muitas casas noturnas, a lugares luxuosos e outros mais baratos. Conheci algumas que fazem porque gostam e outras porque é a única forma que encontraram para se sustentarem ? conta Tammy.

No filme, que marca a volta de Arnaldo Jabor aos cinemas, Tammy é Marilyn, adolescente que vive com a mãe (Maria Luísa Mendonça) e o padrasto viciado em cocaína. À noite, ela trabalha num clube de strippers, onde conhece Paulo (Jayme Matarazzo, o Daniel de Escrito nas Estrelas), com quem começa a namorar e transa pela primeira vez.

? Conheci o Jayminho por causa do filme. Nós nos respeitávamos muito em cena, o que foi muito importante. E aprendemos juntos ? conta.

Nudez

Apesar de considerar A Suprema Felicidade um desafio na carreira, Tammy diz que tirar a roupa em cena não foi tão difícil assim.

? Tive um processo de trabalho de três meses com a Andrea Jabor, que foi minha preparadora e me ajudou com coreografias e expressão corporal. Conversei com muitas meninas que ganham a vida com o corpo. E os ensaios foram me soltando. Quando fui gravar já conhecia toda a equipe, e eles foram muito generosos comigo ? lembra a atriz.

Para melhorar a performance e fazer bonito na tela, Tammy fez questão de ir a fundo na personagem:

? Marilyn faz aquilo todo dia, para vários homens diferentes. Ela está acostumada, tira a roupa no automático. Era como se eu não estivesse nua, na hora eu senti o mesmo conforto que ela sentia no trabalho dela. Estava à vontade.

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