Técnica de descoloração permite variação de tonalidades em uma única sessão

Método italiano é sucesso na Europa e agora foi importado para o Brasil

A atriz Flávia Alessandra já foi vista na telinha com o cabelo colorido por mechas
A atriz Flávia Alessandra já foi vista na telinha com o cabelo colorido por mechas Foto: Divulgação, TV Globo

Mudar a cor dos cabelos é sempre uma decisão delicada, ainda que seja apenas em algumas mechas. Existe hoje no mercado uma gama de opções que prometem colorir e proteger os fios simultaneamente.

Entre elas, o Roller Meches, técnica italiana que é sucesso na Europa e só recentemente foi importada pelo Brasil. Sua inovação? Além de levar menos tempo para ser feito, o procedimento é ecologicamente correto, uma vez que dispensa o uso de papel alumínio. O kit completo do produto inclui 90 rollers, fabricados em três modelos: na cor rosa para fios curtos, azul para os médios e cinza para os compridos.

Dentro dos rolinhos, duas lâminas de carbono envolvem o cabelo da ponta à raiz para manter o descolorante ou a tintura dentro do aparelho. Como evita manchas ou vazamentos indesejáveis, o sistema permite que a cliente movimente a cabeça enquanto espera a ação do produto – algo menos recomendável em outras formas de fazer reflexos.

Para o cabeleireiro Fábio Monteiro dos Santos, um dos representantes do Roller Meches no Brasil, a principal diferença entre essa técnica e as outras é a possibilidade de fazer vários procedimentos ao mesmo tempo.

– É possível fazer as mechas e colorir a raiz de uma vez só. Se eu quiser fazer quatro mechas de cores claras e escuras, posso lavar só as claras e deixar as escuras agindo, não preciso esperar – explica Santos.

Capacitado para realizar a técnica desde 2006 (quando fez o curso por meio de uma rede argentina de salões de beleza), o cabeleireiro Marcus Palharo explica que o Roller Meches começou a despontar no Brasil em 2008.

A durabilidade das mechas é outra vantagem: a cliente precisa retocar os cabelos a cada três ou quatro meses. Além disso, segundo os usuários da técnica, as gestantes podem aderir ao método. Como o produto não entra em contato com a pele, também não há perigo de a química fazer mal ao bebê.

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