Tendência safári em plena cidade

Peças em tom cáqui caracterizam o estilo selvagem

Macaquinho branco acompanha tendência
Macaquinho branco acompanha tendência Foto: Studio Fernanda Calfat

O estilo safári ganhou prestígio desde que Yves Saint Laurent, em 1969, lançou uma série de roupas inspiradas nos modelos usados pelas tropas coloniais que ocupavam o norte da África e nos safáris africanos. Calças, sahariennes (casacos safári), anourack, camisas, camisetas e malhas coordenadas em tons cáqui saltaram da passarela para o uso diário.

Antes de se tornar uma atividade turística e tendência de moda, o safári era uma expedição organizada pelos colonizadores e exploradores ingleses que ocuparam a África no século 19. Os adeptos eram facilmente reconhecidos por suas roupas de caráter utilitário (com muitos bolsos para acomodar todos os utensílios de caça), tonalidades cáqui para camuflagem na savana, bermudas, calças compridas, camisas, chapéus e os famosos sahariennes.

O cinema americano dos anos 1940 e 1950 popularizou o estilo ao lançar filmes com temas africanos, como Mogambo, com Ava Gardner e Grace Kelly, mas foi Entre Dois Amores (Out of Africa), vencedor em 1985 de sete Oscar, que mais inspirou esta moda, fazendo com que as principais lojas do mundo fossem dominadas por roupas e acessórios na cor cáqui e peças utilitárias da personagem interpretada por Meryl Streep.

O estilo volta à cena impulsionado pelo marketing do quarto filme da série Indiana Jones (Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal) e pela praticidade que estas roupas proporcionam no verão.

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