Terapeutas lançam em Porto Alegre livro sobre a busca da felicidade

Fim de ano é época em que as pessoas se sentem infelizes, dizem autoras

Foto: Reprodução

Fim de ano é sempre a mesma coisa: muitas pessoas começam a entrar em processos de tristeza e depressão por não terem conseguido realizar tudo aquilo a que se propuseram na virada anterior. E se sentem infelizes. E acreditam que a felicidade não é para eles. E lamentam profundamente… Tristeza parece ser sinônimo de infelicidade. E se perguntam: “afinal, como posso ser feliz”?

O livro A Felicidade Possível trata exatamente deste tema. Coordenadoras do Espaço Terapêutico Bororó25, em Porto Alegre, as autoras Denise Aerts, médica e terapeuta de família, e Christiane Ganzo é psicanalista, falam sobre o tema na obra recém-lançada.

Serviço
A felicidade possível
Autores: Denise Aerts e Christiane Ganzo
Valor do livro (compra online): R$ 35,00
244 páginas

Saiba mais sobre o livro:

Muitas pessoas acreditam que alegria e felicidade são palavras sinônimas; por outro lado, outras tantas pensam que a tristeza jamais andará de mãos dadas com a felicidade. Há um sem número de conceitos abstratos para “felicidade” e pouco de concreto se faz para construir uma vida feliz.

A nossa sociedade é formada, basicamente, por buscadores, não por construtores e, por esta razão, enquanto uma pessoa busca soluções externas, não tem humildade, energia, nem foco, para a construção de suas próprias soluções. A felicidade possível começa aí e vive dentro de cada um, de forma singular e individual.

“Tristemente, muitas pessoas vivem foram de si, longe de suas próprias vidas, ocupando-se em ‘cuidar’ da vida alheia. Esse propósito, muitas vezes inconsciente e mascarado de amor, é a expressão de nosso desejo de controle. Não conhecemos nada tão adoecedor quanto a busca de controlar o incontrolável” (trecho do livro A Felicidade Possível). Quem ama, cuida? Sim, mas, muitas vezes, esse cuidado pode ser um desejo de controlar o objeto desse amor. Cuidado!

Então, como construir a felicidade possível? Acolhendo os fatos de nossas vidas é o primeiro passo para esta construção. Quando fazemos isso, estamos cuidando bem de nós, aceitando todas as nossas versões, até mesmo aquela “meio nefasta”, da qual não gostamos nem um pouco. Por isso, a felicidade possível é singular, própria, particular, caleidoscópica e inadiável, a cada momento. Felicidade é saúde emocional.

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