Bruna Surfistinha vira série: conheça outras garotas de programa que publicaram suas histórias

Foto: Carol do Valle/Divulgação
Foto: Carol do Valle/Divulgação

Neste sábado (dia 8), a série #MeChamaDeBruna – baseada na vida de Raquel Pacheco, a Bruna Surfistinha – estreia às 22h no canal Fox1, da rede Fox+ Premium. No Brasil, Raquel foi uma das primeiras a fazer sucesso relatando suas experiências no mundo da prostituição – e inspirou outras garotas de programa a publicar suas histórias também. Por isso, enquanto o fíndi não chega, que tal ousar nas leituras? Veja nossas dicas:

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Foto: Carol do Valle/Divulgação

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O doce veneno do escorpião, O que aprendi com Bruna Surfistinha e Na cama com Bruna Surfistinha

A fama e o próprio nome de guerra de Raquel Pacheco surgiram a partir de um blog no qual ela detalhava sua rotina como garota de programa. Em 2005, os textos mais quentes do site foram reunidos no livro O doce veneno do escorpião, que também incluía histórias inéditas e ainda mais picantes. O sucesso da obra, cujos direitos foram vendidos a 30 países, originou outros dois livros: O que aprendi com Bruna Surfistinha, no qual Raquel reflete sobre sua trajetória, e Na cama com Bruna Surfistinha – este cheio de dicas e ideias para as leitoras apimentarem o sexo.

Foto: Reprodução

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O prazer é todo nosso

Aos 17 anos, quando ainda era estudante de Letras, a paulista Gabriela Natália Silva decidiu se prostituir sob o nome Lola Benvenutti. Na mesma linha de Bruna Surfistinha (e com um toque pin-up no estilo), criou um blog para dividir a experiência e, a partir da página, lançou em 2014 o livro O prazer é todo nosso. Para além dos trechos descritivos, a obra explora os tabus do sexo e encoraja as leitoras a se apropriarem do próprio corpo e dos seus desejos. Hoje aposentada dos programas, Lola ainda publica contos eróticos em seu site oficial.

Foto: Marcos Moreira/Divulgação

Foto: Marcos Moreira/Divulgação

O diário de Marise

Em casa e na faculdade, ela é Vanessa de Oliveira. Mas nos quartos de hotel e motel, é Marise, procurada pelos serviços que anuncia no jornal. A gaúcha iniciou seu diário em 2003, quando já trabalhava há cerca de um ano como prostituta em Balneário Camboriú (SC). Vanessa se despediu da profissão em 2006, logo após o lançamento do livro, e deixou registradas as memórias de 5 mil programas, da cafetinagem e da vida nas ruas e boates eróticas. O diário também reconta a entrada de Marise na prostituição e seus relacionamentos com a família, as amigas e os homens que conheceu.

Foto: Tadeu Vilani/Agência RBS

Foto: Tadeu Vilani/Agência RBS

Filha, mãe, avó e puta

Desde a década de 70, quando abandonou o curso de graduação na USP, Gabriela Leite ficou conhecida como uma das primeiras prostitutas a defender os direitos da classe no país. Do “baixo meretrício” da Boca do Lixo (SP) e da antiga Vila Mimosa (RJ), ascendeu como figura política e idealizadora da ONG DaVida e da grife Daspu. Hoje o seu nome também batiza o projeto de lei que pode regulamentar o trabalho sexual no Brasil. Estes e outros fatos de uma vida memorável são narrados na autobiografia, na qual Gabriela também fala sobre sexualidade e sua vida privada.

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