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Barriga, celulite e estrias sem filtro: youtuber mostra seu corpo como é para inspirar outras mulheres

Barriga, celulite e estrias sem filtro: youtuber mostra seu corpo como é para inspirar outras mulheres

O Um Plus a Mais virou também coluna na edição impressa de Donna, publicada quinzenalmente nas páginas da revista que circula no fíndi – e, sempre antes, aqui no blog! 

Você já se olhou no espelho hoje? Mas digo se olhar de verdade, viu? Analisando cada centímetro de pele. Percebendo cada pedacinho da sua “casca”, até mesmo aqueles que você nunca quis ver de verdade. Ou que você sempre tentou esconder a vida toda, dos outros e de você mesma. Já tentou?

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Pois é exatamente essa a nova modinha que ganhou força no YouTube – e, felizmente, desta vez é uma mania das boas. A youtuber Luiza Junqueira, que comanda o canal Tá, Querida!, lançou a ideia no ano passado. Em um vídeo de pouco mais de 10 minutos, a garota de cabelos (então) coloridos conduz um passeio pelos mínimos detalhes de seu corpo – e a tag ganhou o nome tudo-a-ver #TourPeloMeuCorpo. “Achei que mostrando o meu corpo, como é bonito do jeito que ele é, pudesse inspirar você a enxergar seu corpo com um pouco mais de carinho”, adianta ela. E começa o show de verdades. O zoom da tela foca em tudo aquilo que a gente sempre foi ensinada a esconder: Luiza mexe as dobrinhas da barriga, revela as estrias, expõe uma e outra flacidez. Balança os peitos e mostra como, sim, qualquer peito que não tem silicone se mexe mesmo. Nos lembra de que a gravidade existe para além dos livros do colégio e influencia, sim, no empinamento dos nossos seios, mesmo que a gente passe a vida todo tentando subi-los com o sutiã mais reforçado.

Dá o play para assistir ao vídeo da Luiza!

Mas o momento que mais me chamou atenção é quando Luiza fala da barriga (sim!). Como muitas de nós, a Lu sempre teve dificuldade de aceitar sua própria barriga. E levantou um ponto que faz muito sentido: “As pessoas odeiam tanto a própria barriga que querem que ela seja negativa”. Isso mesmo: que a pobre nem exista. Deus nos dibre de olhar para nossa barriga e não enxergar um centímetro sequer abaixo dos nossos peitos (durinhos e apontando sempre pro norte). Sobrar qualquer volume em cima da calça jeans? A terceira guerra mundial. E quando a barriga insiste em ser aparecida não só na frente, como ainda se revela em dobrinhas exibidas nas nossas costas? Apocalipse now.

A Luiza bem maravilhosa!

Até então, estava achando o vídeo bem legal, me identificando com vários comentários da Lu.
Mas, na hora da barriga, o meu radar apitou: sim, ainda estou bem longe de ver a minha (tão ou mais aparecida do que a dela) com a sinceridade e a leveza que a Querida. Já tive muito, mas muito ódio do meu próprio corpo. Quando tinha meus 13, 14 anos, a modinha era usar calça de suplex da Brasil Sul (gurias de 25 + vão lembrar!), aquelas bem coladinhas. Lembro que olhava para minhas colegas de colégio, todas com coxas fininhas, e odiava pensar que as minhas – mais roliças, mas nem perto do tamanho que têm hoje – se encontravam no meio e roçavam uma na outra. Como isso me incomodava, vocês não têm ideia. E aquele vão que existe entre as pernas das gurias mais magras? Nunca cheguei perto, mesmo quando tinha 60 e poucos quilos. Hoje, com vários quilos a mais e coxas bem maiores, dou risada de mim mesma toda vez que coloco uma minissaia e lembro daquele tempo. Aprendi, mesmo que com mais de 10 anos de atraso, a achar minhas pernas grossas maravilhosas, ainda que minha opinião não seja a mesma da maioria das pessoas. Azar delas. Até meus braços gordinhos já encaro melhor: depois de anos e anos sem usar regata, agora me flagro até com um certo friozinho do ar-condicionado do trabalho porque estou quase todo dia com os braços faceiros de fora. Tô planejando até uma tatuagem neles.

Aqui, eu mesma: me achando ousadíssima com essa bRusinha de alça!

Mas a coisa muda de figura quando o papo é sobre a barriga. Sempre fui gordinha – e, nos últimos anos, gorda mesmo. Isso já foi um grande problema na minha vida, mas não é mais faz um tempo. Só que eu nunca fui uma gorda com muita barriga, sabe? Sempre tive coxão, bundão, bração, mas a barriga nunca tinha sido protagonista dos meus quilos. De uns dois anos para cá, ganhei um pouco de peso, que parece ter se concentrado todo na barriga. E isso virou uma neurinha, admito: ainda que vista cropped, sempre tenho colocado com uma saia preta para disfarçar. Procuro vestidos com o tecido mais grosso, que não marque tanto as dobrinhas. Até os biquínis, que custei tanto a voltar a usar, viraram ponto de alerta: nada de calcinha baixa, só hotpant. E, juro para vocês, não havia me dado conta disso tudo até ver o vídeo da Luiza e admitir para mim mesma: eu ainda tenho problemas com a minha barriga. Não aceito bem o volume. Paro na frente do espelho, me olho de lado e, ainda que de brincadeira, fico pensando se as pessoas acham que estou com uns seis meses de gravidez, porque olha o tamanho? E foi um tapa na cara, sabe? Logo eu, que vivo falando sobre autoestima, incentivando as leitoras do blog Um Plus a Mais a usarem a roupa que estão a fim, logo eu, aqui com neurose sobre a barriga. E decidi dar fim nisso.

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Vai ser um exercício longo? Vai. Ninguém nasce desconstruidona nem vai ser 100% o tempo todo. Eu achei que estava em um nível de aceitação comigo mesma mais alto, mas pelo visto ainda não.
E são gurias como a Luiza que vão nos ajudar a mudar isso. A gente precisa parar de alimentar ódio e ranço com nosso próprio corpo. Tudo bem não achar incríveis suas celulites, mas esses buraquinhos mudam a sua vida no fim do dia? Claro que não. O segredo não é nos acharmos perfeitas: é aprendermos a conviver com nossas imperfeições sem nos diminuirmos por isso. Sem alimentarmos raiva contra uma parte do nosso corpo que, no fim das contas, é só a casca para tudo aquilo que a gente é. Meu desafio para 2018 é encarar melhor minha barriga exibida e grande. Quer dizer que vou achá-la a parte mais bonita do meu corpo lá no próximo Natal? Óbvio que não. Mas a missão é não ter raiva de nenhuma parte do meu corpo. Se minhas aulas de dança ajudarem a diminuí-la, ótimo. Só que o que eu quero, mesmo, é não olhar mais para a minha barriga com desprezo, como já olhei para mim mesma. E é esse o convite que faço para vocês: que tal olhar com sinceridade e leveza para quem você é? Descobrir do que você gosta mais. E aprender a encarar o que você não gosta tanto de um jeito mais tranquilo – porque, afinal, também é parte de quem é. Vamos ser mais legais com nós mesmas em 2018?

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Quer ver mais vídeos da tag #TourPeloMeuCorpo? Olha quem também fez: 

 

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Beachwear para todas! As melhores marcas plus size de moda praia para encontrar o biquíni do seu verão

Beachwear para todas! As melhores marcas plus size de moda praia para encontrar o biquíni do seu verão

Ainda não encontrou o biquíni ou o maiô perfeito para te acompanhar nos dias de calor? Seus problemas acabaram!

A gente bem sabe o quanto (ainda) é complicado encontrar boas opções de peças em tamanho plus size. Quando se fala em beachwear, mais difícil ainda. É por isso que garimpamos por aí para trazer as marcas mais incríveis, democráticas e repletas de tendências que investem em moda praia para mulheres gordas. Agora é só escolher a que tem mais a ver com o seu estilo e ser feliz na beira da praia!

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Bambina Beachwear

Pensa numa marca que traz todas as tendencinhas da vez em modelagens que valorizam de verdade nosso corpo. Tem os tops com dizeres girl power – o vermelho Girl Gang está entre os mais legais deste verão. E também estampas liiindas e super in, como a de flamingos e de folhagens, em sintonia com o que é aposta na moda verão. E o maiô que está no topo da minha wishlist: preto (bem gótica suave), cheio de recortes e para lá de sexy.

Onde encontrar: Pelo e-commerce bambinabeach.com.br
Tamanhos: do 46 ao 60

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Chica Bolacha

Góticas de plantão, essa é para vocês! A Chica Bolacha, uma das minhas marcas mais queridas, se superou (mais uma vez) nesta coleção de maiôs. Para as rockers, estampas liindas do Bowie e dos Beatles – tipo camiseta de banda, só que versão beachwear, sabe como? Outras opções incríveis são os bodies com frases, como Swimming in male tears e Strong. O melhor? Dá para usar o ano todo como se fosse blusinha!

Onde encontrar: Na loja física (Rua Hilário Ribeiro, 220 – Porto Alegre ) e no e-commerce lojachicabolacha.com.br
Tamanhos: Do M até o 5G (equivalente ao 60)

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Lehona Plus Size

Você quer tendências? A coleção de verão da Lehona vem com várias apostas bacanas da vez. Que tal ousar com um maiô prata? Ou investir nas amarrações? O decote ciganinha em renda, súper em alta, deixa ainda mais classudo o maiô preto. Tops mais estruturados, ideais para quem tem bastante busto, também estão entre os destaques da marca gaúcha, com mais de 26 anos de etiqueta. Vale espiar as peças para sair da praia: da pantalona soltinha ao quimono.

Onde encontrar: No e-commerce lehona.com.br e nas lojas Mulher Bonita (Porto Alegre e Canoas)
Tamanhos: Varia de acordo com a peça, mas a maioria vai do 44 ao 56.

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Madho Concept

Moderna e classuda que só: assim é a Madho Concept, marca que se propõe a vestir a mulher em diferentes fases da vida, sempre com sofisticação. Basta olhar o e-commerce para entender: maiôs e biquínis ganham recortes inusitados, que fazem com que o beachwear da grife funcionem perfeitamente como bodies e croppeds para aquela festa de verão. Um dos meus preferidos é o biquíni telado Illusion – já pensei até em looks usando o top para além da areia. Ah! Dica de amiga: a marca acaba de entrar em liquidação, com 50% de desconto.

Onde encontrar: Pelo e-commerce madho.com.br/shop-online
Tamanhos: Do 42 ao 52.

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Sizély

Aqui no Estado, são pouquíssimas as marcas que produzem lingerie e beachwear em tamanhos plus. Uma delas – bacaníssima, para nossa sorte – é a Sizély, de Erechim. A grife tem a sensualidade no DNA. Para quem quer moda praia com cor e estampas, vale conhecer: prints florais, muito pink, azul e amarelo estão entre as apostas da marca. Para além das hotpants, a Sizély oferece também modelagens com a parte de baixo menor.

Onde encontrar: No e-commerce lojasizely.com.br e na loja Plus Size, O Seu Tamanho
Tamanhos: do 40 ao 56

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Feminina Plus Size

Mais uma etiqueta gaúcha para nossa lista! Com quase dois anos de existência, a Feminina já está entre as marcas de beachwear mais bacanas da vez. Para o verão 2018, uma das novidades da grife é a coleção Glam: dos maiôs com brilho aos biquínis com recortes e transparência. Para quem busca estampas e modelagens menores, vale espiar a linha Amar, com versões de top cortininha.

Onde encontrar: Pelo e-commerce femininaplussize.com.br
Tamanhos: Do G (equivalente ao 44/46) ao G5 (60/62)

feminina

 

Cor de Jambo Moda Praia

Gosta de ir para a praia com peças bem coloridas, em tons vivos e divertidos? Vale conhecer então a Cor de Jambo, grife de Guarujá, no litoral paulista, que investe em estampas para todos os gostos. Detalhe bacana: dá para comprar as peças separadas e montar a composição de acordo com o seu tamanho de busto e cintura. Entre os meus preferidos, está o maiô Serem, que tem essa pegada retrô superfofa. Ah! A marca é all sizes, e oferece opções desde o tamanho 38.

Onde encontrar: Pelo e-commerce cordejambo.com.br
Tamanhos: Varia de acordo com o modelo, mas a maioria da linha plus vai do 46 ao 56

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A gorda e a magra! Modelo plus size reproduz foto da top Gigi Hadid – e arrasa!

A gorda e a magra! Modelo plus size reproduz foto da top Gigi Hadid – e arrasa!

Você já parou para pensar como seria aquela tradicional propaganda de calça jeans, só que com uma modelo plus size? Pois Diana Sirokai já.

Essa é a Diana!

A top de 21 anos aproveitou o poder de seus mais de 550 mil seguidores no Instagram para fazer uma provocação daquelas à nossa (ainda) tão tradicional indústria publicitária, que insiste em trazer como modelos somente mulheres magras e brancas. Se loiras, melhor ainda. Sabe aquela história de padrãozinho? Então.

Tecla SAP: Nada, absolutamente NADA contra as modeletes (e mulheres) loiras e magras, viu? Não é “perseguição”, jamais. A ideia é só mostrar e fazer com que quem nos lê (re)conheça o padrão que está acostumado a ver nos outdoors e nas revistas.

Diana reproduziu uma foto em que a top Gigi Hadid, uma das mais requisitadas do mundo da moda, aparece posando nua – ou melhor, apenas de botinhas. O clique fazia parte da campanha para a grife de sapatos Stuart Weitzman, em que Gigi posou ao lado de Joan Smalls e Lily Aldridge. Na legenda, Diana dá aquela cutucada esperta:

Estava imaginando como uma modelo plus size ficaria nessa pose…

 

I was just wondering how a Model My Size would look on this 📸 @photo_karizza

Uma publicação compartilhada por DIANA SIROKAI (@dianasirokai) em

Olha, Diana. Precisa responder? Ficaria apenas tão maravilhosa quanto!

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Em entrevista ao jornal Metro britânico, Diana fez questão de explicar que é fã do trabalho de Gigi, e que a ideia é justamente reforçar a beleza da pluralidade:

— Gigi é um ícone e minha mensagem foi mostrar que você pode ser tão bela quanto ela. Todas nós somos diferentes e únicos. Sim, Gigi é bonita, mas você também — disse.

— Ao recriar essas imagens, espero que elas atinjam as grifes importantes e que elas comecem a fazer uma mudança na indústria da moda.

A gente torce também, Diana!

Mas a ideia de recriar fotos não é nova. Diana já havia proposto a mesma brincadeira-indireta com fotos de Kim Kardashian – e o resultado foi demais também!

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5 conquistas que fizeram a diferença para as mulheres em 2017 – e o que ainda precisamos para 2018

5 conquistas que fizeram a diferença para as mulheres em 2017 – e o que ainda precisamos para 2018

Final de ano é a época em que a gente relembra tudo o que teve de bacana ao longo dos últimos 365 dias – e também o que não foi tão legal assim. É hora de pensar no que a gente poderia ter feito diferente. E no que deseja alcançar. Na vibe retrospectiva, vamos relembrar as conquistas que tornaram um pouquinho mais fácil ser mulher em 2017 – e o que queremos alcançar em 2018.

Spoiler: temos muito trabalho pela frente, gurias! 

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É lindo demais ver uma mulher cheia de curvas como Ashley Graham aparecendo cada vez mais em capas de revista e comerciais. Ela tem suas celulites, sim, uma dobrinha aqui e outra acolá – e demonstra uma confiança que vai muito além de qualquer manequim. Fora que é estilosa que só, né? Neste ano, vimos a top entrar para o ranking das 10 modelos mais bem pagas do mundo, ao lado de nomes como Gisele Bündchen e Karlie Kloss. Foi a primeira vez que uma modelo considerada plus size entrou na lista.

MAS…

…falta muito, mas MUITO ainda para conquistarmos representatividade real no mundo da moda. Ashley é responsável por colocar as garotas curvy nas páginas de revista, mas a gente sabe bem que uma parcela significativa das mulheres veste mais do que 46 – eu inclusive. E Ashley, querendo ou não, ainda está próxima dos padrões: quase não tem barriga, por exemplo, mesmo sendo mais curvilínea do que uma angel da Victoria’s Secret. Queremos ainda mais diversidade de corpos, que representem DE VERDADE a multiplicidade de mulheres que vemos nas ruas. Para citar alguns exemplos? As maravilhosas – e brasileiras – Mayara Russi e Bia Gremion.

 

***

Ela soma mais de 15 anos de uma carreira como modelo para lá de bem-sucedida no Exterior. Quer mais? Neste ano, a incrível Fluvia Lacerda resolveu compartilhar com a gente doses generosas de autoestima em seu livro Gorda Não É Palavrão, um misto de autobiografia e autoajuda. O objetivo? Ensinar a ser feliz gostando do nosso próprio corpo como ele é. Inspiração das boas.

 

MAS…

…mesmo sendo a top plus size mais famosa do Brasil, Fluvia conquistou pouco espaço por aqui – como muitas modelos GG. Queremos ver mais mulheres gordas e lindas em revistas e propagandas, e não só no escaninho “mulher plus size”. Por que Fluvia não poderia estar em uma campanha de maquiagem? Ou em um comercial de carro? A mulher gorda precisa ser vista como referência e parte da sociedade, e não só quando se fala de moda.

 

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***

Uma boa notícia: em agosto, a revista americana Variety publicou uma lista com os maiores salários de atores e atrizes de drama e comédia dos Estados Unidos. O que a gente esperava? Disparidade, como estamos acostumadas a ver – a mulher ganhando bem menos para um papel de igual importância. Mas, sim, há esperança, gurias: pelo menos quando se fala de Game of Thrones, os principais atores e atrizes recebem o mesmo valor, cerca de US$ 500 mil por episódio.

MAS…

No mundo real, a gente sabe que ainda não é assim. O chamado gender pay gap, quando homens recebem valores mais altos do que as mulheres em uma mesma empresa ou em um mesmo projeto, é realidade no mercado de trabalho. Ninguém é boba de pensar que em um ano vamos resolver essa desigualdade histórica, mas que tal apoiar iniciativas e valorizar ainda mais o trabalho das mulheres que te cercam?

source

***

A Global Entrepreneurship Monitor 2016, pesquisa desenvolvida pelo Sebrae e pelo Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP), revelou que 51,5% das empresas brasileiras criadas nos últimos três anos e meio foram idealizadas e executadas por mulheres. Sim, estamos empreendendo como nunca!

MAS…

…ainda somos minoria em cargos de liderança nas grandes empresas: os homens estão na chefia de 57,3% das posições principais, como presidência e CEO. E isso não é falta de competência não, viu? Fatores relacionados ao machismo, aquele inimigo bem conhecido de nós todas, explicam: mulher engravida e tira licença-maternidade, falta mais para cuidar de filho doente (porque muitos homens ignoram suas responsabilidades como pais)… E também há mentes pequenas que acreditam que mulheres não sabem negociar, ou gerenciar empresas e gerir pessoas. Mais do que na hora de pisotear nesse patriarcado, né?

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***

Nunca se falou tanto sobre abusos e assédio. Das redes sociais às conversas de bar, o tema virou assunto pautado tanto por casos de mulheres comuns, como eu e você, até de denúncias envolvendo famosos, como o produtor de cinema Harvey Weinstein e o ator José Mayer. Botar a boca no trombone não é nem um pouco fácil, a gente sabe. Mas funciona.

MAS…

…o debate precisa chegar a mais mulheres, porque segue na nossa bolha privilegiada. Precisa estar também na casa da senhora que mora na zona rural daquele município de 5 mil habitantes, que acha que é normal o marido cansado descontar sua raiva nela. E de tantas mulheres pobres, negras ou trans que estão sujeitas a situações de assédio que nem imaginamos. Mais do que denunciar, queremos que isso não aconteça mais.

 

Parece pouco? Sim. Mas já somamos mais conquistas do que em 2016. Como diria Dilma, vamos deixar a meta aberta e, quando atingirmos, vamos dobrar a meta. O que não podemos mais é parar de avançar. Tamo juntas, gurias?

 

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UPDATE!

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#GordofobiaNãoÉPiada: a hashtag que traz os relatos de luta e amor próprio mais lindos do Instagram

#GordofobiaNãoÉPiada: a hashtag que traz os relatos de luta e  amor próprio mais lindos do Instagram

Dia 24 de dezembro. Imagine você, reunida com a família, esperando aquele momento delicioso de celebração que é o Natal. Aí você resolve abrir o Twitter para dar aquela espiada no que está acontecendo no mundo e depara com uma foto sua virando chacota no perfil de um humorista e apresentador, que resolveu fazer uma piadinha ridícula sobre o seu corpo – que, vamos falar a verdade, é preconceito disfarçado de humor. Detalhe: o cara babaca tem mais de 16 milhões de seguidores, e muitos deles naquele estilo “minion” que segue tudo o que o mestre manda.

Corta para aquele mesmo dia 24 de manhã: a personagem da nossa história-real, a jornalista e youtuber Alexandra Gurgel, aka Alexandrismos, havia concedido uma entrevista incrível para a BBC Brasil, falando justamente… de gordofobia. Horas depois (exatamente na meia-noite de Natal, olha que curioso), Alexandra sofreria mais um ataque gordofóbico, agora bem pessoal, do mesmo dito cujo.

Tecla SAP: gordofobia é o preconceito com pessoas gordas que vai bem além da piadinha. É também a catraca do ônibus que não deixa você passar sem se machucar, o assento do avião que não comporta sua bunda ou o médico que justifica sua gripe pelo sobrepeso. É tudo o que dificulta sua acessibilidade nas ruas simplesmente por você ser gordo. É uma sociedade que não sabe lidar com pessoas gordas e transforma cada pequena tarefa do dia a dia em uma verdadeira batalha. E vai bem além da dificuldade para comprar roupa. Dificulta viver.

Se você ainda não conhece a Alexandra, fica a dica: vale o play em cada um dos vídeos que a guria posta em seu canal no YouTube. Ela comenta os assuntos da vez – como o clipe da Anitta ou a lipo da Boca Rosa -, compartilha relatos gente da gente sobre temas que confidenciamos só para a melhor amiga. Ainda fala sobre temas tabu como namoro, sexo e amizades da mulher gorda, tudo isso sob a ótica de um mulherão sem frescuras e mente aberta. Sou fã, de verdade.

Muita gente se surpreendeu e elogiou a minha força, a minha coragem de falar publicamente e denunciar uma ofensa que um cara bem famoso me direcionou. É engraçado, porque eu só fiquei mal de verdade na noite de Natal, quando cheguei em casa e vi o que tava rolando no Twitter. Depois de tanta gente me defendendo e esperando de mim uma resposta, eu vivi o dia 25/12 numa nice, com minha querida amiga @beeeells , que me recebeu na casa dela para esquecer um pouco as coisas. Isso me deu paz para pensar no que eu ía falar, já que a expectativa em cima do meu posicionamento era enorme. Eu fiz o vídeo, gravei, postei e não imaginava que a tag que lançamos a partir dele fosse bombar tanto. Além de ser usada em larga escala aqui no Instagram, no twitter ela bateu o 1ºlugar no trending topics Brasil e 2ºMUNDIAL por HORAS. Isso não tem preço que pague. Ver gordofobia ser discutida por tanta gente me encheu os olhos de lágrimas, mas o meu coração de alegria, pois nosso assunto está sendo disseminado. Transformamos o maior ataque gordofóbico que eu já sofri (o cara tem 16mi de seguidores) em um bem danado pra uma galera. De virada é mais gostoso, né? Não foi do dia pra noite que eu construí minha autoestima, minha força, meu amor pelo corpo, nem mesmo um discurso que visa combater o preconceito. Não foi do dia pra noite que eu fiz amigos com visibilidade que me divulgaram e ajudaram sem que eu pedisse nada. Não foi do dia pra noite que eu ganhei credibilidade no assunto. Não foi do dia pra noite que eu construí um exército de xeguidores, meu lindo #PoderDoX. Tudo isso leva tempo, esforço, trabalho e dedicação. E o que rolou não foi uma visibilidade para a minha pessoa. Apesar deu estar estampada nos tuítes, ser defendida etc, isso aconteceu com todo mundo que tá na luta. E é por todas essas pessoas que eu fico feliz de estarmos começando, de fato, uma revolução. Porque gostar de si mesma é, sim, um ato revolucionário nessa sociedade que nos diz, o tempo todo, que devemos mudar. Obrigada de todo coração a todo mundo que participou disso. Ainda não consegui responder a todos, mas é APENAS o começo de muita coisa que está por vir. E vale lembrar que #gordofobianãoépiada

Uma publicação compartilhada por Alexandra Gurgel (@alexandrismos) em

É por isso mesmo que não me surpreende o plot twist que a Alexandre deu nessa história que tinha tudo para ser (mais um) episódio em que a mulher gorda é ridicularizada e fica sem voz. Além de um vídeo em que explica para o tal humorista – e, sinceramente, me nego a reproduzir sequer o nome desse moço aqui para não dar ainda mais palco pra embuste – o porquê de seus comentários serem tão nocivos, ela foi além. Lançou a hashtag #GordofobiaNãoÉPiada e convocou as manas gordas desse Brasilzão a compartilharem imagens e relatos de amor próprio e também denunciarem situações de gordofobia. O resultado foi uma hashtag que pulou para o topo dos trending topics do Brasil – e também do mundo -, com um monte de mulheres incríveis debatendo e fazendo valer sua voz e suas vivências. Uma verdadeira aula de autoestima e força.

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De todo esse episódio triste que a Alexandra viveu – e que, tenho certeza, doeu em cada mulher, gorda ou não, com um mínimo de empatia no coraçãozinho -, é esse movimento que fica de verdade. Mostramos que não vamos nos calar. E é isso que incomoda gente como esse cara: ele é o tipo de pessoa que acha engraçado fazer piada com minoria. Ri do gordo, faz a piada do veadinho, maldiz o negro. E a justificativa para quando é repreendido? Que ele é contra o politicamente correto. Queridão, fica a dica: aprende a ouvir as pessoas quando elas dizem que não gostaram ou que você tá sendo escroto. Se você é tão engraçado assim, por que precisa ficar fazendo chacota do corpo ou da orientação sexual dos outros para ganhar biscoito, hein? Não tem capacidade MESMO de fazer humor sem ser ridicularizando outra pessoa? Ou aí toda a sua graça vai pelo ralo abaixo?

:: Vale ler também a coluna de Clara Averbuck: “Discurso de ódio não é opinião, é preconceito puro”

Por mais amor e menos treta com babaca em 2018, trouxe para vocês os relatos e as fotos mais inspiradoras da hashtag #GordofobiaNãoÉPiada. A primeira é a que eu mesma fiz questão de compartilhar, e depois vem gurias e mais gurias lindas que têm muito a dizer. Fica o convite para vocês: compartilhem também nos seus Instas (ou Twitter, ou Face) fotos de momentos em que vocês se sentem incríveis. Contem para as pessoas as situações em que vocês não se sentiram assim – tenho certeza que outras mulheres e homens também vão se identificar e ter mais coragem ao ver vocês. Essa corrente linda é que precisa ficar cada vez mais forte <3

 

 

#gordofobianãoépiada 👊🏻

Uma publicação compartilhada por Isabella Trad (@beeeells) em

Gata, seu corpo é lindo. Vai lá e arrasa! ☀️ . . . Maiô @bambina.beachwear . #gordofobianãoépiada

Uma publicação compartilhada por Jéssica Lopes (@femmefatalebyjeh) em

#gordofobianãoépiada

Uma publicação compartilhada por Tami Gonçalves (@tamigoncalves1) em

#GordofobiaNao #gordofobianãoépiada @alexandrismos ❤

Uma publicação compartilhada por Renata Borges (@renataborgesplus) em

#GordofobiaNãoÉPiada Eu pensei um monte de coisa pra falar aqui, um puta textão real. Sobre o des-serviço que é a existência de um Danilo Gentili, de como esse “humor” é cruel, irresponsável e doentio, e o que nós gordes temos que passar por causa de gente assim. Mas dai eu decidi que só quero agradecer mesmo. Agradecer por me descobrir incrível a cada dia; por ter gordes representatives em lugar de visibilidade que ajudam várias minas/manos/monas a se sentirem incríveis também; por um monte de gente que eu nem conheço tá ahazando na buniteza com essa tag E principalmente, agradecer por esse PISÃO BEM DADO EM MACHO GORDOFÓBICO QUE TÁ PASSANDO VERGONHA NO DÉBITO EM PLENO 2017!

Uma publicação compartilhada por Paulinha Moraes (@ppaulinhamoraes) em

Essa não era a foto que eu iria postar hoje mas devido aos últimos acontecimentos decidi mudar os planos. No momento em que uma pessoa pública usa a foto do corpo de alguém como piada pelo simples fato dessa pessoa ser gorda eu chego a conclusão de que o ataque não foi apenas contra @alexandrismos mas foi contra todos os gordos. Nosso corpo não é piada, não é motivo de vergonha e ser gordo não é defeito. Se mil vezes alguém for gordofobico, 1001 vezes vou ser contra. Temos que nos posicionar contra todas as formas de preconceitos. Somos todos diferentes e lindos em nossas diferenças! #gordofobianãoépiada ⬅ use a tag, vamos transformar esse acontecimento infeliz em luta. Alexandra estamos com você 💚 . . ph: @derick_lemos . . . . . . . . . . . #inxtalove #fotogradez #instagramers #instalike #inxtalove #ilhadasfotos #tumbrlgirl #tumbrl #vitrinevisual #mobilegrafia #girlpower #gorda #chubby #chubbygirl #baldgirl #bald #girl #me #feedorganizado #dezembrojachegounemacredito #inxtaphotos #qfpx12 #gordofobianaoepiada #gordofobianãoépiada

Uma publicação compartilhada por Luana (@luplusize) em

#gordofobianãoépiada o corpo alheio não é assunto teu!

Uma publicação compartilhada por Flávia Pompermayer (@flaviapompermayer) em

Nós estamos juntos há 5 anos. Já passamos por algumas crises, superamos, separamos e voltamos, tivemos nosso amado Guto, mas nunca houve crise ou discussão alguma por ela ser gordinha. Pelo contrário, sempre foi algo que elogiamos um para o outro e nunca tivemos problema com isso. A tag #Gordofobianãoépiada é algo muito sério e é um assunto que deve ser tratado sim com o respeito e dignidade que qualquer ser humano merece. E não venha encher o saco com papo de “minorias” por que GORDOFOBIA é algo que ocorre dentro da própria casa de vocês e ninguém percebe. Como diz uma amiga, se você não gosta, tem algum problema com quem é mais gordinho, guarde essa opinião dentro do seu coraçãozinho e pare de pagar mico, por que sim, é isso que você faz, paga mico. Falta ao ser humano um pouco mais de felicidade, amor próprio e coragem para se assumir do jeito que é. E isso, eu e a @franciannebrigido temos de sobra. #Gordofobia #Nãoépiada #MaisAmorPorfavor

Uma publicação compartilhada por Félix (@ofelixoficial) em

Estes últimos dias do ano tem sido bem corrido pra mim. Trabalhando e filhos de férias… me manter conectada está bem complicado. Porém ñ pude deixar passar uma situação que me afeta e afeta mais de 50% de pessoas só no Brasil a GORDOFOBIAAAA!!! Conheci a @alexandrismos pessoalmente num evento onde participamos de um bate-papo sobre esta temática e compartilho da mesma luta que ela enquanto mulher gorda que vivencia também ataques gordofóbicos frequentemente e que ñ deita pra nenhum escroto zuado como este fulano que nem merece ibope! O jogo ta virando…Foi com muita violência e sofrimento que resistimos até aqui a humilhações q cada uma sabe q já passou, não vai ser um bolsomito apresentadorzinho de merda e nem grupos de boyzinhos revoltados malucos que vai nos calar!!! #GordofobiaNãoÉPiada 📷📷Sheila Signário Registro para o espetáculo de dança: “VÊNUS NEGRA: Um manual de como engolir o mundo”

Uma publicação compartilhada por LU BIG QUEEN (@lubigqueen) em

Pouco mais de dois anos atrás, no dia do meu aniversário, duas pessoas resolveram infernizar minha vida na Fosfo. Foi todo tipo de implicância, até bebida me jogaram. Quando estavam sendo expulsos, um deles resolveu falar “deveriam colocar uma balança na porta da boate antes das pessoas entrarem”. Era meu aniversário, eu só tava querendo me divertir com meus amigos e meu namorado na época. Quase conseguiram estragar meu dia, mas ainda bem que eu já era bem resolvida. E mesmo assim eu chorei e cogitei ir embora. #GordofobiaNãoÉPiada mesmo. Esse é um dos muitos casos que já vivi. Enfim, repensem antes de falar merda. Ódio não leva ninguém a lugar algum. Nessa foto to bem plena com uma camisa escrito Gorda 🤙🏻

Uma publicação compartilhada por Roberta Fittipaldi (@betaland_) em

#GordofobiaNãoéPiada

Uma publicação compartilhada por Thais Carla ♡ (@thaiiscarla) em

Estamos juntas ✊ @alexandrismos #gordofobianãoépiada #DesconstruçãoEssePadrõs #projetogordasresitem

Uma publicação compartilhada por Skarleti Ully (@skarletikakat) em

 

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